quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Profissional do sexo sabe se proteger

Os profissionais do sexo sabem se cuidar quando o assunto é Aids. Utilizam preservativos nas relações sexuais e têm consciência dos riscos da doença. Em Santa Catarina (SC), a Associação dos Profissionais do Sexo (Aprosvi) orienta prostitutas, transexuais e garotos de programa. Por volta de sete anos a organização melhora a condição de trabalho e segurança desses profissionais e ainda contribui para diminuir as estatísticas de Aids.
Nas pesquisas do Ministério da Saúde Camboriú, Balneário Camboriú e Itajaí que são cidades vizinhas apresentam índices elevados de Aids. No entanto, a Aprosvi ajuda minimizar esse resultado. Mais de 90 por cento dos profissionais que fazem parte da associação praticam sexo seguro e se tornam agentes que propagam a informação.
A presidente da Aprosvi, Maria Aparecida dos Santos, explica que toda semana são distribuídos preservativos e capacitação dos associados se realiza mensalmente com palestras e oficinas. Os associados recebem uma carteirinha de identificação e contribuem com R$ 5,00 por mês para sua manutenção.
A associação também conta com um centro de referência em direitos humanos, com o objetivo de atender vítimas de violência moral, física e sexual. O atendimento é realizado gratuitamente por psicólogo, assistente social e advogado e conta ainda com um disque-denúncia: (0800)643-5559.
* Assessoria de Imprensa Voluntária do 5º período de Jornalismo da Univali.

Jaison Felipi (47)9904-9999
Renata Silva (47)3345-4194
Marília Massochin (47)9938-0886
E-mail: associação_aprosvi@yahoo.com.br

Nenhum comentário: